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Naquela ocasião, o Flamengo tinha Zico, Júnior, Leandro, e venceu por 3 a 0.
Hoje, o Rubronegro tem De Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol.
Astros que marcaram época, em.diferentes tempos, e cravaram seus nomes nos livros de história do futebol nacional.
Do outro lado, temos um Liverpool campeoníssimo, irreveente, com Mohamed Salah, Sadio Mané e Roberto Firmino.
No comando técnico, duas cabeças privilegiadas: Jorge Jesus e Jürgen Klopp.
Técnicos que se preocupam com o sistema defensivo, mas jogam um futebol veloz, objetivo, inteligente, com foco para o gol.
Não acredito que a final do dia 21 seja favas contadas.
Pelo contrário!
Aposto no equilíbrio, no futebol espetáculo que tanto desejamos e pouco temos a chance de ver.
O fato é que o mundo já está vermelho.
Basta saber se ele também ficará preto, ao final da partida, neste sábado, no Qatar.
☆
Até aqui, o que vemos é um Flamengo muito próximo do Liverpool.
É verdade que, contra o Monterrey, o clube inglês jogou praticamente com um time misto, sem a dupla de zaga titular, Lovren e van Dijk (machucados); sem Fabinho no meio, e com Mané e Firmino no banco de reservas.
Ainda assim, o Liverpool teve domínio territorial até fazer 1 a 0 e permitiu o equilíbrio, com o empate.
O diferencial, no entanto, é que Jürgen Klopp sabe usar das cartas na mesa.
Colocou Alexander-Arnold, um garçom de primeira; Mané, cheio de viralidade; e o coringa Firmino, autor do gol do desempate, já nos acréscimos, aos 92 minutos.
Jorge Jesus também é um excelente jogador.
Basta saber quem dará o xeque-mate neste jogo de xadrez chamado futebol.

Pelo futebol apresentado de ambas as partes teremos um jogo equilibrado.
ResponderExcluirAbraços