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A derrota de 2 a 0 para o Palmeiras, na verdade, foi apenas um detalhe, não foi o estopim, a causa maior.
A crise estabelecida a partir da denúncia apresentada no Fantástico, da Rede Globo, e a super-valorização de medalhões de latão foram, na verdade, foram os maiores motivos dessa queda, capitaneada por uma diretoria omissa, sem pulso.
Trazer Rogério Ceni e permitir a fritura dele, para, depois, admitir que se ele tivesse continuado o clube não estaria na situação que está, é a prova da inoperância dos caciques cruzeirenses.
Dentro de campo, o rendimento foi muito abaixo do esperado, com um time que buscava ocasionalmente o gol no primeiro tempo e morria durante toda a etapa final.
Qual o problema, afinal?
Falta de trabalho físico, tático e técnico ou desinteresse, corpo mole?
O Cruzeiro, assim como alguns outros clubes, está com os salários, direitos de imagem e bichos atrasados.
Os jogadores têm seus compromissos a quitar, assim como qualquer um de nós, trabalhadores. E o clube, como contratante, deve cumprir suas obrigações.
A partir de agora, com a renda de Série B, o Cruzeiro terá de se readequar ao ponto de negociar alguns dos seus atletas e despachar de vez os Medalhões de Latão que tanto fizeram mal à temporada da equipe celeste este ano.
Zezé Perrela, Wagner Pires de Sá e demais membros da diretoria estão longe, há anos luz, de serem solução para algo.
É necessária uma teformulação geral, que será feita de forma gradativa, sem pressa, durante a estadia na Série B, para não ter de correr o risco de cair para a C, assim como já aconteceu com o Fluminense.
Foi um vexame!
Uma vergonha sem tamanho!
Que os culpados por isso sejam afastados do Cruzeiro, com a mesma velocidade que Rogério Ceni foi fritado, sem a chance de fazer seu trabalho na Toca da Raposa.
O Cruzeiro merece respeito!

Uma grande tristeza para os torcedores. Os dirigentes são os maiores culpados.
ResponderExcluirAbraços