Em junho de 2019, o presidente do Paris Saint-Germain, o quatariano Nasser Al-Khelaïfi, declarou em entrevista à revista France Football, que não aceitaria mais contar com jogadores que não se envolvessem com o projeto do clube, que, àquela altura fazia planos para conquistar a Liga dos Campeões.
Os dizeres do mandatários do clube francês não só estremeceram e abalaram os alicerces, como despertou muitos dos que estavam acomodados, satisfeitos com as altas cifras em Euros que recebiam mês a mês, sem uma cobrança sequer.
Tecnicamente, comparado aos principais campeonatos disputados na Europa, o Francês é um dos que menos chamam a atenção. O PSG quase sempre reina em absoluto. Não possui total soberania, pois o Lyon, vez o outra o incomoda.
O curioso é que o PSG atual, além de estar mais alerta e focado, pelo puxão de orelhas dado pelo presidente, exibe um futebol, que não chega a ser o mais incrível do mundo, mas mostra conjunto, organização e sintonia, diferente do que acontecia em trabalhos anteriores, onde o PSG não passava de um mero participante.
O trabalho rendeu frutos, ao ponto de o PSG chegar à grande e tão badalada final da Champions League, que será disputada neste domingo, em Lisboa.
O adversário será conhecido amanhã, do duelo entre o Bayern, da Alemanha, e o Lyon.
A partida de hoje, com o placar de 3 a 0 frente ao Leipzig, dá ânimo, uma certa euforia, mas apenas isso.
Seja qual for o rival no domingo, o PSG terá de jogar muito mais do que um dia pensou jogar, tendo em vista que o Lyon o conhece muitíssimo bem e o Bayern, uma máquina de fazer gols e trucidar grandes clubes.
Palpite?

Bayer campeão
ResponderExcluir