Luiz Felipe Scolari, o Felipão, é um dos técnicos brasileiros mais vitoriosos no mundo.
Em participação no Bola da Vez, da ESPN Brasil, apresentado por João Carlos Albuquerque, com as participações de Gian Oddi e André Kfouri, Felipão falou com aparente tranquilidade, de assuntos polêmicos, como os 7 a 1 da Alemanha, na Copa do Mundo de 2014, o choro de Thiago Silva nas penalidades contra o Chile, além da saída do Chelsea, da Inglaterra, devido a um boicote, que envolveu funcionários e jogadores do clube londrino.
Felipão também relembrou conquistas preciosas, como a Copa do Mundo de 2002, na Coréia do Sul e no Japão, da passagem como técnico da Seleção de Portugal e, no Brasil, citou Palmeiras e Grêmio como os clubes em que, ainda hoje, é querido pelos torcedores.
Descontraído, bem mais calmo, o técnico do Penta pôs lenha na fogueira ao concordar que Renato Gaúcho jogou mais que Cristiano Ronaldo, mas amenizou ao colocar o craque português no hall dos melhores do mundo na atualidade.
Quanto ao melhor técnico, fez silêncio por alguns minutos, pensou, e sentenciou: Guardiola.
O melhor, mesmo, deste Bola da Vez, foi notar que, apesar de algumas situações de desconforto na carreira - não por ele, mas, pelas circunstâncias em si -, o que ficou foi um profissional maduro, com opinião e colocações, e que não se furta a nada.
A única coisa da qual ele 'fugiu' foi do questionamento feito por João Carlos Albuquerque, que, em tom de piada, cogitou a possibilidade de Felipão ser o novo Presidente da República.
Na atual conjuntura, ele não é e nem será o único a recusar tal proposta, ainda que em tom de brincadeira!

Nenhum comentário:
Postar um comentário