Na luta pelo terceiro lugar do Mundial da Fifa, o Pachuca, do México, goleou o Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, por 4 a 1.
Na final, que envolveu Real Madrid, da Espanha, e o brasileiro Grêmio, minha esperança era para um duelo mais ou menos parecido com o anterior: um jogo com muitos gols.
Não foi!
O Real Madrid, do badalado Cristiano Ronaldo, chegou a encontrar alguma resistência, ocasionada pelo bom posicionamento de Pedro Geromel, apelidado no sul do país como o Beckenbauer gremista.
O meio de capo e o ataque do Tricolor Gaúcho, por sua vez, ficou aquém do esperado.
Diferentemente de Marcelo Grohe, que foi exigido com mais eficácia em três oportunidades e não teve culpa - ao menos, no meu entendimento -, no gol de falta de Cristiano Ronaldo, que aproveitou, com maestria, o vácuo deixado pela barreira do Grêmio.
Não foi, definitivamente, um jogo espetacular, com muitas alternativas e lances de efeito.
Foi um futebol previsível, de quem sabe o que faz com a bola, diante de uma equipe que fez por merecer estar lá, mas prestou reverência!
Resumo da ópera: o Real, com Cristiano Ronaldo - que se iguala a Pelé, com 7 gols na competição - e o meia croata Luka Modrić - que comandou como quis o meio campo - definiram juntos a sexta conquista madrilenha em Mundiais de Clube, nos Emirados Árabes.
Ao final da partida, antes da entrega da taça ao campeão, vice e terceiro colocado, o técnico Renato Gaúcho, acompanhado de seus comandados, foi agradecer a torcida gremista que está em Abu Dhabi.
Gesto louvável, de time campeão, apesar da derrota em campo!


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