sábado, 16 de dezembro de 2017

Cristiano Ronaldo, mais uma vez!


Na luta pelo terceiro lugar do Mundial da Fifa, o Pachuca, do México, goleou o Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, por 4 a 1.

Na final, que envolveu Real Madrid, da Espanha, e o brasileiro Grêmio, minha esperança era para um duelo mais ou menos parecido com o anterior: um jogo com muitos gols.

Não foi!

O Real Madrid, do badalado Cristiano Ronaldo, chegou a encontrar alguma resistência, ocasionada pelo bom posicionamento de Pedro Geromel, apelidado no sul do país como o Beckenbauer gremista.

O meio de capo e o ataque do Tricolor Gaúcho, por sua vez, ficou aquém do esperado.


O goleiro merengue, Keylor Navas, praticamente não foi exigido.

Diferentemente de Marcelo Grohe, que foi exigido com mais eficácia em três oportunidades e não teve culpa - ao menos, no meu entendimento -, no gol de falta de Cristiano Ronaldo, que aproveitou, com maestria, o vácuo deixado pela barreira do Grêmio.

Não foi, definitivamente, um jogo espetacular, com muitas alternativas e lances de efeito.

Foi um futebol previsível, de quem sabe o que faz com a bola, diante de uma equipe que fez por merecer estar lá, mas prestou reverência!

Resumo da ópera: o Real, com Cristiano Ronaldo - que se iguala a Pelé, com 7 gols na competição - e o meia croata Luka Modrić - que comandou como quis o meio campo - definiram juntos a sexta conquista madrilenha em Mundiais de Clube, nos Emirados Árabes.

Ao final da partida, antes da entrega da taça ao campeão, vice e terceiro colocado, o técnico Renato Gaúcho, acompanhado de seus comandados, foi agradecer a torcida gremista que está em Abu Dhabi.

Gesto louvável, de time campeão, apesar da derrota em campo!

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