A Fifa, entidade máxima do futebol, divulgou recentemente um balanço sobre as negociações envolvendo jogadores de futebol em 2017.
Ao todo, foram gastos $6,37 bilhões de dólares (R$20 bilhões) em 15.624 acordos.
Os brasileiros, segundo o relatório do mercado global de transferências, publicado ontem, dia 30, contaram com 254 agremiações envolvidas - na frente da Alemanha, Inglaterra, Argentina e Espanha.
Dessa renda bilionária, 67,4% do valor foi desembolsada por apenas 50 equipes de 13 Federações.
O mercado no Japão, Hungria e República Tcheca, de acordo com o balanço, está em um crescimento surpreendente.
DÍVIDAS
Por mais agradável que possa ser a chegada de um jogador badalado ao time do coração, não é só desse tipo de negociação que os clubes vivem.
Há, também, as contas a pagar. E não são poucas!
No dia 27 de junho do ano passado, o jornalista Mauro Cezar Pereira, da ESPN Brasil, publicou em seu blog, com exclusividade, o mapa da dívida dos principais times de futebol do país.
Segundo os dados obtidos junto ao Itaú BBA, os clubes que lideram o ranking de devedores entre os anos de 2013 a 2016 é composta pelos cariocas.
Na primeira posição aparece o Botafogo, com R$ 706 milhões. Logo atrás aparecem o Atlético-MG, Fluminense, Flamengo e Vasco.
Por mais que não exista uma relação direta entre as dívidas dos times de futebol com o Governo do Rio, no dia 28 de agosto de 2016 o jornal Extra noticiava que o Estado do Rio vai declarar falência - situação que demonstra o abismo financeiro vivido pelos cariocas e também em Minas, que vivenciou o mesmo problema.
RICOS
Paulo Vinícius Coelho divulgou ontem em seu blog que o Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou o balanço financeiro de 2017.
Patrocinado pela Crefisa, o alviverde teve, no ano passado, um lucro estimado em R$531 milhões, o segundo maior faturamento, atrás somente do Flamengo, com R$600 milhões.
No que tange às dívidas, o clube palestrino, que chegou a ter um déficit de aproximadamente R$250 milhões, antes das gestões lideradas por Paulo Nobre e Maurício Galiotte, com uma receita equiparada, hoje pode ser considerado o mais rico, uma vez que o Rubronegro da Gávea está negativo na casa de R$450 milhões, de acordo com PVC.
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É incrível notar o quanto é gasto com as transações mundo a fora e, aqui, no Brasil.
Há tempos que é anunciada uma crise econômica mundial.
Os países do primeiro mundo não são mais ricos como dantes.
No Brasil, essa realidade é ainda mais latente!
O pão falta na mesa de muitos, mas o circo...

E.muito dinheiro... Muita desigualdade.... E principalmente muita irresponsabilidade financeira....
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