domingo, 21 de janeiro de 2018

Hora de amadurecer!


Neste domingo, no Groupama Stadium, Lyon e Paris Saint Germain realizam o clássico da 22a. rodada do Campeonato Francês.

O que, aparentemente, é um choque entre duas forças do futebol mundial, acaba por ser um teste emocional, não para os torcedores - que já estão acostumados -, mas para os jogadores do PSG, que vivem uma instabilidade notória, devido à uma guerra de egos.

Cavani e Neymar vivem uma situação de amor e ódio que parece não ter limite e nem fim. O duelo entre os dois pelas disputas de pênaltis e faltas tem ganho o noticiário de todo o mundo. Parece até pirraça de criança mimada.

Na verdade, isso foi ocasionado por culpa nossa, comentaristas esportivos, que, desde a primeira proposta do PSG ao Barcelona, da Espanha, por Neymar, apontou a  transação como aquela que salvaria o time francês e o colocaria como o dono, o destaque em tudo.

Acontece que, com o tempo, foi notado que o Paris Saint Germain possui outros bons jogadores; que precisa, mas não é extremamente dependente do camisa 10 da Seleção Brasileira.

Para Neymar, descobrir e viver essa nova realidade, foi um baque. Ele chegou preparado para mandar e não ser mandado!

Quando no Barcelona, ele não tinha nada disso. Era astro, decidia jogos, era querido pelos companheiros de equipe e não batia de frente com ninguém!

Já na Seleção Brasileira, é tratado como o dono da bola, aquele que tudo faz e acontece.

Em razão disso, o comportamento de Neymar é colocado em xeque para a disputa de uma Copa do Mundo.

Tite deve conversar, e o quanto antes com Neymar, que, em alguns jogos, foi premiado com a braçadeira de capitão, para evitar situações desagradáveis na Rússia.

Ninguém questiona o talento, a importância de Neymar para o time, a Seleção.

Ele apenas precisa saber do seu lugar, para evitar atropelos e, assim, render e fazer acontecer da maneira que a equipe precisa e o quer em campo.

Neymar joga muito, mas ainda não tem condições de ser um Messi, um Cristiano Ronaldo, que carregam o piano sozinho e são respeitados por isso.

Essa condição de 'dono do time' não pode ser imposta, mas, conquistada.

Que ele, Neymar, ao invés de usar o fone para nada ouvir, ouça e aprenda com aqueles que são mais experientes.

Que ele busque esses conselhos!

Do contrário, tudo continuará como está e ninguém livrará!

Cavani já recebeu proposta pra ir embora....

2 comentários:

  1. O Neymar precisa de uma pessoa ao seu lado para orienta-lo... Q ele é craque ninguém duvida, agora para ser o melhor do mundo precisa de algo mais... Algo q vem de uma boa orientação qt a suas atitudes e não da bola.

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  2. Dorival Jr. sempre esteve certo sobre Neymar. Mas com ele em campo, sempre será o "poste mijando no cachorro".

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