Há quem acredite que o motivo real foi a classificação sofrida na Copa do Brasil, com um empate de 1 a 1 com o Atlético-AC, na última quarta-feira, em território acreano.
Outros já acham que foi o desentendimento pós-jogo, com o repórter Léo Gomide, da Rádio Inconfidência, de Minas Gerais.
Na verdade, se analisarmos com calma, veremos que o transbordar de água do copo não ocorre por culpa da última, mas da primeira gota que caiu nele.
Portanto, a razão técnica citada por Sette Câmara não foi evidenciada somente no Acre.
Certamente, isso foi notado anteriormente, tanto que, ao tomar posse, o atual presidente do Galo enfatizou que o manteria.
Ou seja: se não há instabilidade, não há necessidade de tal confirmação. Ele fica, e ponto, pois é importante e realiza o que é esperado pela torcida e direção.
Como houve a confirmação de que o dirigente o bancaria, logo, fica evidente um ambiente de total desconfiança.
O jogo com o xará do Acre e a briga com o repórter foram, por assim dizer, fatores isolados, que, no frigir dos ovos, não tiveram tanta relevância.
O contexto, como um todo, é que acendeu o estopim e causou a explosão da bomba.
E que fique claro: Oswaldo Oliveira não pode e nem deve ser taxado como o único e verdadeiro culpado de um trabalho que não alcançou o êxito esperado, desde a sua contratação.
Houve muitos outros fatores e poréns, que colaboraram para isso.
Agora, a dúvida é: Quem assumirá o posto?
Parte da diretoria e da torcida tem uma simpatia muito grande ao nome de Cuca, com o qual o Galo foi campeão da Libertadores, durante a Era Ronaldinho.
Mas, há, também, o interesse em Abel Braga, do Fluminense, que vive um momento complicado no que se refere à administração e às contas do Tricolor das Laranjeiras.
Seja qual for a decisão, deve ser certeira, afinal, o Brasileirão já está às vésperas de iniciar.
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DIREITO DE IR E VIR
A Constituição Federal de 1988, assegura a qualquer cidadão, sem distinção, o direito de ir e vir.
Portanto, o Atlético-MG não tem o porquê de proibir a entrada do repórter Léo Gomide, na Cidade do Galo, por um episódio, à parte, com Oswaldo de Oliveira.
Se tivesse acontecido algo que constrangesse a instituição Atlético-MG, teriam um motivo plausível para tal postura.
Definitivamente não foi assim que a banda tocou.
Que o Galo, presidido por um advogado, responsável por um dos escritórios mais conceituados em Minas, possa reconsiderar.
Neste caso, que fique claro: não houve acerto, nem de Oswaldo, nem da diretoria atleticana.
Foi algo lamentável, mas que não merece um reconhecimento superior ao que é.
Aconteceu?
Acabou?
Vida que segue!
Acabou?
Vida que segue!
Cultivar ranço e indiferença só mostra o atraso social e cultural que nós brasileiros, ao invés de corrigir, exibimos com orgulho, sem razão para ter!

Cada dia q passa fica mais evidente a intolerância q vive o pais em grande maioria de sua sociedade.....
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