Corinthians e São Paulo se enfrentaram no itaquerão, com torcida única e mais de 43 mil pagantes, pela semifinal do Paulistinha.
E deu Corinthians, após um excelente primeiro tempo, com poucas oportunidades, mas muita vitalidade e disposição de ambos os times.
No segundo tempo, o Tricolor apostou na manutenção da boa atuação de sua defesa e recuou, com a esperança de surpreender no contra-ataque.
Nenê, que quase marcou um gol olímpico e deu trabalho a Cássio em outras duas jogadas, foi o melhor são-paulino em campo.
Com a saída dele e a entrada de Lucas Fernandes, ficou uma aparente impressão de agilidade ao meio campo tricolor.
Apenas aparência.
A coisa complicou ainda mais com a entrada de Diego Souza, que, ao contrário do que se esperava, reteu a bola no ataque, em jogada que poderia ter resultado no gol que decretaria a eliminação corintiana, quando ficou cara a cara com Cássio.
Na sequência deste lance, diga-se, teve início a jogada que resultou no gol alvinegro, aos 47 minutos do segundo tempo, após cobrança de escanteio e o cabeceio de Rodriguinho.
Nas penalidades, Sidão e Cássio se destacaram.
Diego Souza desperdiçou sua chance.
E Liziero não pode ser crucificado pela inexperiência.
Agora, o Corinthians que enfrente o Palmeiras na final do Paulistinha.
Palmeiras, que também se classificou nos pênaltis - diante do Santos - e perdeu nos dois confrontos que teve com o Corinthians até aqui.
No primeiro jogo, o placar foi o de 3 a 2.
No segundo, 2 a 0.
Teremos repeteco?

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