Vencer desafios.
Esta é a nossa missão diária, independente de objetivos, carreira, crença...
Sou de uma geração que viu - ou ao menos ouviu falar - de André Agassi, Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, craques das quadras, que, com uma raquete nas mãos, proporcionaram ralis intermináveis, com direito a smash, voleios e aces certeiros em set points de ouro.
Falo com ar saudosista, como se hoje não tivéssemos grandes craques do tênis, mas temos.
O espanhol Rafael Nadal, o suíço Roger Federer, o sérvio Novak Djokovic são lendas vivas, com articulação, elasticidade e precisão, capaz de realizar de tudo, seja no saibro, no asfalto, na grama ou carpete.
Hoje de manhã, acompanhei duas partidas, mas com uma atenção que nunca tinha dedicado antes.
Para os que pensam que o Tênis é um esporte monótono, saiba: é dinâmico, exige agilidade mental, excelente preparo físico e precisão.
Ainda não estou totalmente familiarizado com os termos empregados, mas estou feliz em saber que um game é o um conjunto de pontos (15, 30 e 40) e um set, o agrupamento de games (1, 2, 3, 4, 5, 6);
Que cada jogador tem direito a dois saques e, caso erre os dois, é configurada a dupla falta;
Que o match point é aquele que pode definir o vitorioso - assim como no vôlei.
O primeiro duelo que acompanhei foi o de Djokovic (13o no Ranking da ATP), com o croata Borna Coric (39o).
Djokovic venceu por 2 sets a 0 (7-6/7-5).
A colocação no Ranking da ATP, embora significativa, não é parâmetro definitivo para indicar que um tenista bem posicionado vencerá todos os que estão abaixo dele.
O croata, embora vencido, não rendeu facilidades a Djoko, que teve 10 match points para definir a partida.
Ao final, quando foi cogitada a possibilidade de um confronto com Rafael Nadal, em Monte Carlo, Djoko disparou: "não estaria jogando, se não acreditasse que não poderia voltar a ser o primeiro do mundo".
E é com este raciocínio que este Toque de classe abre suas portas para as coisas do Tênis: se o tenista sérvio, que já esteve no topo, almeja voltar e desafiar os melhores, este blog e blogueiro também pode.
A princípio não será fácil.
Precisaremos de ajuda, de amigos, especialistas, amantes do esporte.
O crescimento é gradativo, a passos que podem ser longos ou curtos, mas sempre em frente.
O segundo jogo que vi foi o de Rafael Nadal com o esloveno Aljaz Bedene.
Sabe por quê?
Se quer aprender as regras, entender o jogo, assista o especialista!
Amanhã tem mais!

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