O Corinthians, desde o momento em que Fábio Carille assumiu o comando técnico, após a saída de Oswaldo de Oliveira, em 2016, tem colecionado bons resultados, com direito ao Bicampeonato do Estadual e um Campeonato Brasileiro, além do sucesso nos clássicos com Palmeiras e São Paulo, seus principais rivais.
Esse sucesso não é em vão.
É fruto do trabalho de um treinador que se fez treinador, enquanto auxiliar de técnico de nomes importantes do futebol nacional, como Tite e Mano Menezes.
Esse aprendizado rendeu nisto que vemos e aplaudimos: um treinador que lidera um grupo que está longe de ser estelar, mas tem unidade, dedicação e entrega.
Um trabalho que é respeitado pelos rivais, sem haver a necessidade de alimentar grandes polêmicas, que não levam a lugar algum e rendem em uma ou outra manchete nos jornalões.
Um sujeito que, mesmo que não tenha essa intenção, é bem visto pela imprensa, por ser atencioso, não a tratar com rispidez.
Enfim, não há como negar o repertório vitorioso de Fábio Carille.
O Al-Hilal, da Arábia Saudita, fez uma proposta de R$12,95 milhões, livre de impostos, segundo o revelado pelo UOL Esportes.
Depois de muito pensar e cuidar das coisas do Corinthians, o momento é o de Fábio Carille pensar nele mesmo.
Todos sabemos da gratidão e carinho que ele tem com o clube alvinegro.
Mas, na linha do perguntar não ofende, deixo o seguinte questionamento: caso Carille recuse a proposta e permaneça no Corinthians, qual a garantia ele terá de, no primeiro mau resultado ou jejum de conquistas, não ser demitido?
Deixada a pergunta, ele que faça o pé de meia nas Arábias e tenha a oportunidade de viver uma nova cultura, uma nova vida, para, mais à frente, chegar à Seleção Brasileira.
Carille tem q pensar no q é melhor para ele e sua família...
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