![]() |
| Getty Images |
A definição da segunda finalista da Copa aconteceu com o empate de 1 a 1 no tempo normal, entre Inglaterra e Croácia e vitória por 1 a 0 na prorrogação, com gol de Mário Mandžukić, praticamente à queima roupa com Pickford.
O duelo entre Inglaterra e Bélgica ficou para a decisão do terceiro lugar.
Não arrisco palpites para a finalíssima, mas, para apimentar um pouco o clima que a envolve, cito, apenas como curiosidade, que a França, em 1998, não sabia o que era erguer a taça Fifa e teve pela frente uma Seleção Brasileira, àquela altura, ainda Tetracampeã.
O placar, como citado no artigo de ontem, foi o de 3 a 0 para os franceses, com atuação de gala de Zinedine Zidane.
Apesar de Zidane, a França não era uma seleção que encantava o mundo, com um futebol ousado, sem medo de ser feliz.
É verdade que em 98 a Copa foi disputada na França, portanto em casa para os novos campeões, situação que a Croácia não poderá vivenciar, mesmo com a conquista do apoio de torcedores de países que já deixaram a Copa.
Dentro de campo, nem França, nem Croácia contam com seleções espetaculares tática e tecnicamente, para o tão aguardado 15 de julho.
Será, por isso, uma final para jovens valores, como Mbappé, Pogba, Griezmann, e mais experientes, casos de Luka Modrić, Rakitić e Mandžukić, mas sem qualquer certeza quanto ao que se deve esperar!

A raça da Croácia pode ser uma surpresa nesta final. Porém, vamoa ver se eles estarão com fôlego depois de três jogos seguidos decididos depois dos 90 minutos.
ResponderExcluir