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| Foto Montagem |
Em suma, sempre que a França era citada, a tendência maior era a de ser aclamada como um azarão em meio às grandes forças, como Itália, Alemanha e Brasil.
Dizer que os franceses ergueram a taça Fifa apenas por jogar em casa, com apoio de sua torcida, seria uma mentira sem igual.
O Brasil, como se sabe, sediou a Copa por duas vezes - em 1950 e 2014 -, e não comemorou a conquista do título em nenhuma delas.
O técnico Aimé Jacquet, àquele tempo, contava com uma verdadeira seleção de craques, como Lilian Thuram, Desailly, Zinedine Zidane e o capitão Didier Deschamps.
Deschamps, que, hoje, define quem joga e quem fica no banco de reservas da renovada e audaciosa seleção francesa de Mbappé, Griezmann, Pogba, Matuidi e Kanté.
O capitão de 98 que agora é técnico, caso conquiste a Copa, repetirá o feito de Zagallo e de Franz Beckenbauer, que ganharam a Copa como jogadores e treinadores.
Deschamps tem em mãos um grupo com jogadores jovens, com 25 anos de média, mas que joga como um time maduro, experiente, ainda que sem mostrar um futebol vistoso e eficiente.
Há, sim, individualidades que sobressaem, pensam e jogam para o todo.
A Croácia já a enfrentou em Copa do Mundo.
Na ocasião, foi numa semifinal.
Domingo, é decisão!
É hora de mostrar a que veio e do que é capaz!
Será que a França põe fim à fama de azarão, faz 2 a 0 neste confronto direto com a Croácia e ergue a taça na Rússia, para eternizar Deschamps?
Aguardemos!

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