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Durante o dia houve muita especulação. Falou-se em Abel Braga, Wanderley Luxemburgo e, também, em Cuca.
A chegada de Felipão é como investir numa saudosa memória, sem garantia para o novo trabalho.
Algo como ocorreu na Seleção Brasileira, onde foi Pentacampeão do Mundo em 2002, na Coréia do Sul e no Japão, de modo invicto, e retornou, como o grande Salvador, para a Copa de 2014, no Brasil, em que vivenciou o vexame dos 7 a 1 para a Alemanha, na semifinal.
Apesar disso, Felipão tem bons trabalhos realizados no Grêmio, no próprio Palmeiras, assim como nas seleções da Grécia e de Portugal.
No Chelsea, da Inglaterra, não teve o sucesso esperado, por, segundo ele mesmo, ter sofrido boicote de funcionários e jogadores do clube.
O ambiente no Palmeiras não é dos mais fáceis, uma vez que há uma guerra política constante e a ameaça de abandono da Crefisa como patrocinadora oficial do time alviverde.
O contrato de Felipão terá validade até dezembro de 2020.
Basta saber se o Palmeiras, a Crefisa e as partes interessadas cumprirão esse prazo.
No atual cenário brasileiro, em especial na equipe palestrina, o técnico, quando contratado, não se firma por muito tempo e é descartado com menos de um ano.
Dentro desse raciocínio, precisará ver qual a disponibilidade e real interesse palmeirense: se Felipão quebrará essa regra e ficará por dois anos, com chance de renovação ou será apenas mais um na lista de dispensados, como já ocorreu com Oswaldo de Oliveira, Cuca, Marcelo Oliveira, Eduardo Baptista e Alberto Valentim.
Eu, sinceramente, não ponho minha mão no fogo por isso!

Pra mim ótima aquisição feita pela diretoria do Guarani da capital. Técnico experiente, vitorioso, experimentado e que pode de certo nessa terceira passagem pelo clube. Resta saber se irão dar o tempo pra estruturar o trabalho. É aguardar pra ver. Ass: Fabio S. Monteiro
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