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| Luciano Belford / AGIF |
Jogo este em que o Rubronegro da Gávea entrou em campo sem Lucas Paquetá, suspenso, e assistiu a equipe celeste sair na frente, logo aos 10 minutos, com Arrascaeta.
O domínio era todo do Cruzeiro, que controlava as ações no meio de campo e chegava com perigo ao ataque.
Essa euforia, no entanto, não prevaleceu por muito tempo.
O Flamengo, ainda que sem um armador de qualidade, que fizesse a bola rolar com precisão, passou a gostar da partida e exigir boas defesas do goleiro Fábio, que também contou com a boa atuação de Dedé na zaga, para garantir uma noite tranquila, sem sofrer gols.
No segundo tempo, o Cruzeiro oscilou muito.
Hora ficava recuado e tomava sufoco por isso, hora atacava, mas pegava na finalização ou no chamado último passe, na maioria das vezes com Thiago Neves, que, mais uma vez, não jogou o que se espera dele, mesmo sendo ele o autor do segundo gol.
A vantagem para o jogo da volta estabelecida com o placar de 2 a 0 permite ao time mineiro empatar ou perder de 1 a 0 no Mineirão.
Vitória flamenguista por 2 a 0 leva a decisão para as penalidades máximas.
A situação para o Cruzeiro é aparentemente tranquila.
Mas o futebol não vive de aparência!
Logo, todo cuidado e toda concentração será necessária para a classificação à fase Quartas-de-Final, onde Cruzeiro ou Flamengo terá pela frente, mui possivelmente, o Boca Júniors, da Argentina, que derrotou o Libertad, do Paraguai, por 2 a 0, na La Bombonera.

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