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| Vinícius Costa / BP Filmes |
Logo de cara, houve o choque do líder São Paulo com o lanterna Paraná Clube, em Curitiba.
Apesar da enorme diferença na pontuação e na campanha como um todo, quando a bola rolou houve uma igualdade inexplicável na estatística e no placar, que foi o de 1 a 1.
O Internacional, na vice-liderança, não desperdiçou a chance que teve e derrotou o Bahia, na Fonte Nova, por 1 a 0, gol de Patrick, e agora está na cola do São Paulo, com um ponto a menos: 42 a 41.
Outro que fez o dever de casa, em meio à sua torcida, foi o Palmeiras, que além de tudo, não sabe o que é perder e sofrer gols, desde a chegada de Felipão.
O alviverde paulista derrotou o Botafogo por 2 a 0, com dois gols de Lucas Lima e um pênalti desperdiçado por Dudu.
Por falar em pênalti, em Porto Alegre, o Grêmio encarou o Cruzeiro e empatou em 1 a 1, com dois golaços: um de Bruno Silva, para a Raposa que saiu na frente, outro de Éverton, para o Tricolor Gaúcho.
Até aí, tudo bem!
Mas, houve um pênalti.
Luan se apresentou para a cobrança, diante de Fábio, que já pegara três pênaltis contra o Santos, pela Copa do Brasil.
Fábio pegou mais um!
Incrível!
Não digo que, por pegar pênaltis, o goleiro do Cruzeiro merece ser lembrado em uma futura convocação à Seleção Brasileira, por considerar um fator isolado.
Mas, ao mesmo tempo, não custa nada o técnico Tite passar a olhar para ele com maior atenção.
Fábio é regular, tem liderança e presença.
Pode parecer um detalhe apenas, mas são nos detalhes que os títulos são conquistados.

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