segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Clássicos na Vila e em BH não saem do 0 a 0

Replicario / R7 Esportes
Dois clássicos, dois placares de 0 a 0.

Na Vila Belmiro, o Santos, de Cuca, que não toma gols há 8 jogos, protagonizou um duelo com o São Paulo em que prevaleceu, de fato, o número de cartões amarelos (11 ao todo) e a supremacia santista, do início ao fim, com direito a um gol desperdiçado por Rodrygo, cara a cara com o goleiro Sidão.

Já em Belo Horizonte, no Mineirão, o Cruzeiro encarou, com o time reserva, o arquirrival, Atlético-MG.

Preocupado com os jogos decisivos que terá com o Boca Júniors, pela Libertadores, e com o Palmeiras, na Copa do Brasil, Mano Menezes poupou até o goleiro Fábio.

O Galo, ao contrário, entrou com força máxima.

Quem foi ao estádio assistiu a um bom jogo, sem violência, com um respeito inicial, que resultou em poucas oportunidades de gol.

Com o passar do tempo, tanto Galo e Raposa passaram a confiar mais em seus potenciais, de modo a investir nos contra ataques, mas pecar no último passe, na conclusão da jogada.

Rafael e Victor, nas vezes em que foram exigidos, corresponderam bem.

No ataque, porém, o sucesso não foi o mesmo.

Raniel foi esforçado.

Sassá deu esperança, após retorno de contusão.

Ricardo Oliveira praticamente não jogou, não apareceu em campo.

A dúvida desse sumiço é se a zaga do Cruzeiro, formada por Manoel e Murilo, o anulou muito bem ou se ele não estava em um bom dia.

O colombiano Chará, por sua vez, teve participação discreta.

Essa dificuldade ofensiva demonstrada pelo Galo foi muito nítida ao fazer de Cazares - um articulador de jogadas -, no definidor principal, o chamado homem gol.

Todas as bolas chegavam para que ele concluísse a gol.

Mas, não é segredo para ninguém que Cazares não possui esse traquejo.

Thiago Neves chegou a entrar, mas não conseguiu vencer a barreira Leonardo Silva, assim como Rafael Sóbis não o superou.

Por tudo o que foi dito e um equilíbrio evidente nas estatísticas, o resultado não poderia ser outro, senão o da igualdade.

E tenho dito!

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