quarta-feira, 17 de outubro de 2018

O Hexa do Cruzeiro em noite de VAR

Globoesporte.com
Todas as atenções estavam voltadas para a grande final da Copa do Brasil, entre Corinthians e Cruzeiro, no Itaqueirão.

Com a vitória de 1 a 0 conquistada no Mineirão, a equipe celeste foi à São Paulo com a vantagem de um empate para ser Hexacampeã.

Derrota mineira por 1 a 0 levaria a decisão para os pênaltis; por diferença de 2 gols ou mais deixaria a taça na capital paulista.

Para não correr grandes riscos, o Cruzeiro investiu pesado para trazer De Arrascaeta, que participou de partida amistosa com a Seleção do Uruguai, diante do Japão.

Foram R$60 mil para um voo, com escala em Dubai e duração de 25 horas.

Os ingressos foram todos vendidos: mais de 43 mil.

Antes da bola rolar, uma modesta apresentação, em espanhol, da cantora italiana Elettra Lamborghini, neta de Ferruccio Lamborghini, fundador da empresa automotiva esportiva.

A taça da Copa do Brasil chegou em meio a um show de luzes, nas mãos de Dida, goleiro da Seleção Brasileira, que foi campeão pelo Corinthians e também pelo Cruzeiro.

Quando a bola rolou no primeiro tempo, a partida começou truncada, com muitas faltas e alguns cartões desnecessários, dados por Wagner do Nascimento Magalhães.


O gol de Robinho, aos 28 minutos, após rebote de uma bola na trave, deixou o Corinthians em alerta.

Na etapa final, um pênalti dado após consulta do VAR, permitiu o empate alvinegro com Jadson.

A virada só não aconteceu pois, o mesmo VAR foi consultado e, na visão de Wagner Magalhães, houve falta corinthiana pouco antes da conclusão de Pedrinho, que fizera um golaço.

Resultado? Gol anulado.


Mano Menezes já havia mexido no time: De Arrascaeta entrou no lugar de Rafinha e Raniel em lugar de Barcos.

Em rápido contra ataque, aos 82 minutos, Raniel deixou De Arrascaeta livre, à vontade, para invadir a área e incobrir o goleiro Cássio, para decretar o placar de 2 a 1 e o Hexa do Cruzeiro em território paulista.

Foi polêmico, brigado, com erros e acertos que serão discutidos por longa data.

Assim é o futebol, goste ou não, felizmente ou infelizmente!

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