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O acordo foi estabelecido com a participação direta de Leonardo, que já defendeu o Rubronegro da Gávea, e, hoje, assume a posição de dirigente da equipe rossonera.
A negociação feita em €35 milhões, mais bônus por desempenho, em um contrato de 5 anos, resultará em um lucro de 70% ao Flamengo, por ser o clube revelador (€25 milhões).
Os outros 30% serão divididos entre o jogador e a empresa Brazil Soccer, que cuida da carreira do jogador.
A ida de Paquetá à Itália acontecerá somente na abertura da janela europeia, prevista para o mês de janeiro de 2019.
Até lá, o Milan, que há anos não conta com um time de ponta, tentará a contratação de outros jogadores mais experientes, como o sueco Zlatan Ibrahimovic, atualmente no futebol norte-americano e com 37 anos.
Na imprensa italiana há quem trate Lucas Paquetá como um novo Kaká.
Sinceramente, não o vejo desta forma.
Acredito, sim, que ele é um bom jogador, habilidoso e decisivo em alguns jogos, mas não ao ponto de ser comparado com Kaká, que é ídolo na Itália.
Paquetá precisará de tempo para se adaptar e realizar seu trabalho por lá. O bom é que terá quem o ajude.
Que ele aproveite, e muito, a oportunidade, mas, antes de qualquer coisa, mantenha o foco nas origens, ou seja, no Flamengo - e no Brasileiro -, que abriu as portas e propagou seu talento.

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