sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Encontro de amigos em Londres

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Sempre que falamos de Brasil e Uruguai, vem à minha mente aquela partida decisiva, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, quando o baixinho Romário marcou os dois gols, na vitória por 2 a 0, num Maracanã simplesmente abarrotado.

O segundo e decisivo gol, no qual Romário dá um drible espetacular no goleiro Siboldi, fica a cada dia mais nítido em minha memória.

O jogo de hoje, em Londres, não teve a mesma importância e conotação. Foi um simples amistoso de fim de ano, um encontro de amigos, mas em lados opostos.

Exemplos claros disso, são os casos de Dedé e Arrascaeta, que jogam juntos no Cruzeiro; além de Neymar e Cavani, parceiros no ataque do PSG, da França.

No que diz respeito ao jogo desta sexta, o Uruguai só não saiu na frente com Cavani, porque Alisson fez linda defesa.

O único gol do duelo foi de pênalti, convertido pelo capitão Neymar.

De novidade, apenas uma: o meia Allan, de 27 anos, que defende o Napoli, da Itália, fez sua estreia com a camisa amarelo canário e realizou uma boa movimentação em campo, o que proporcionou mais mobilidade à Seleção de Tite.

Para encerrar, outra lembrança: quando em lua de mel com minha esposa, em Montevidéu, no Uruguai, fomos à uma pizzaria, logo na primeira noite.

Sentamos numa varanda, próximos à tevê, que transmitia um jogo entre Brasil e Uruguai, da categoria sub 20.

O Uruguai venceu por 2 a 1, e de virada.

A empolgação da torcida local foi razão de aplausos respeitosos deste que escreve estas linhas tortas, que à época (2015), constatava: o Uruguai é melhor que o Brasil.

Hoje, passados três anos, há um equilíbrio, com possibilidade de algum avanço ao nosso favor.

Que assim seja e permaneça!

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