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Após muita indefinição, entre locais distintos, como Doha, no Qatar - sede da próxima Copa do Mundo - e Miami, nos Estados Unidos, ficou acertado que o duelo decisivo acontecerá no Santiago Bernabéu, campo do Real Madrid, da Espanha, no dia 9 de dezembro.
A escolha foi tomada a partir de um leilão, que chegou a ter citada até a candidatura do Mineirão, em Belo Horizonte, como opção.
Não há como deixar de notar que o futebol sul-americano ficou manchado mundialmente, em decorrência do ato de vandalismo no último dia 24, nas proximidades do Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, provocado por um grupelho de torcedores do River.
Na Europa, é bom deixar claro, também há situações caóticas de barbárie, como, por exemplo, na partida entre AEK Athens, da Grécia, e o Ajax, da Holanda, no dia 27, pela Liga dos Campeões.
Porém, com o ocorrido na Argentina, o presidente da Fifa, o suíço Gianni Infantino, chegou a declarar que se não houver uma mudança drástica, a Copa do Mundo de 2030, em comemoração ao centenário da competição, poderá não acontecer na Argentina, Uruguai e Paraguai, como o previsto, mas, sim, na Espanha, Portugal e Marrocos.
E é justamente neste descrédito sul-americano que a Espanha poderá levar a melhor na disputa e reforçar sua candidatura.
A justificativa da Conmebol, por sua vez, parte do princípio que a capital espanhola é "latina", com segurança, a cidade que mais recebe voos sul-americanos e conta com a presença maciça dos argentinos.
Que a Espanha aproveite a chance e transmita ao mundo o espetáculo que tanto queremos ver, mas não tivemos competência de prover.

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