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Desde a saída do uruguaio e a "chegada" de André Jardine, membro de uma comissão técnica permanente - agora efetivado -, segundo o dirigente, o Tricolor paulista não apresenta mudanças táticas ou técnicas, de modo que os resultados seguem os mesmos: abaixo do esperado, com um festival de empates e nenhuma vitória convincente.
Nenê, que, para muitos, foi o estopim da demissão de Aguirre, hoje, no Morumbi, teve uma atuação mediana, diante do Sport, que luta pra não cair pra Série B, e desperdiçou uma penalidade máxima.
Substituído já próximo do fim de jogo, Nenê foi recepcionado por Jardine e recebeu o apoio de Sidão.
O restante dos jogadores no banco de reservas, ficaram com os olhos atentos no jogo e viram Trélez acertar a trave de Mailson e perder uma outra chance de gol, já nos acréscimos.
Enfim: muito pouco para um time que chegou à liderança do campeonato, não soube suportar a pressão dos maiores rivais, casos do Palmeiras, Internacional, Flamengo e Grêmio e, na bacia das almas, corre o risco de não povoar o G4 e, assim, ter de disputar a repescagem para ir à Libertadores em 2019.
Raí, no início dos trabalhos como responsável pelo futebol são-paulino, declarou em entrevista ao Bola da Vez, da ESPN Brasil, comandado por João Carlos Albuquerque, que o objetivo maior para esta temporada era a vaga para a Libertadores.
Ainda não garantiu.
Teve duas oportunidades, contra o Vasco, no Rio, e o Sport, no Morilumbi.
Perdeu as duas chances.
Resta apenas o duelo com a Chapecoense, em Chapecó.
Chape, que está ameaçadíssima de ser rebaixada e, por isso, não facilitará em nada a missão Tricolor.
O Grêmio, por sua vez, terá pela frente o Corinthians, no Itaquerão.
Partida complicada, com doses homeopáticas de favoritismo ao time Gaúcho.
E aí, Raí?

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