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Não foi algo para avaliarmos ou cobrarmos melhorias na parte tática, técnica ou coisa do gênero.
Tratou-se de uma partida festiva, em local absolutamente neutro, em que somente a CBF lucrou.
Neymar, logo aos 8 minutos, se contundiu e provavelmente desfalcará o PSG, contra o Liverpool, dia 28, em Paris, pela Liga dos Campeões - da mesma forma que Mbappé, que se machucou no amistoso contra o Uruguai.
Para o lugar do capitão do escrete canário, Tite colocou Richarlison, que jogou no América-MG, passou pelo Fluminense, Watford e, hoje, defende o Everton, da Inglaterra.
E foi dele, Richarlison, o único gol da partida.
No segundo tempo, Tite mexeu mais três vezes, colocou Gabriel Jesus, mas nada que causasse uma reviravolta ou algo extraordinário.
Na verdade, o Brasil não fez mais gols por culpa dele mesmo, pois a defesa e o goleiro camaronês deram chances e mais chances, com um festival de lambanças.
Enfim, apesar da eliminação na Copa do Mundo, na Rússia, o ano de 2018 não foi dos mais estarrecedores para a Seleção Brasileira e, em especial, ao técnico Tite, que realiza um bom trabalho, com polêmicas, acertos e importantes feitos.
Que assim permaneça em 2019, quando teremos uma nova etapa, com a Copa América em solo brasileiro.

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