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O palco foi o Santiago Bernabéu, do Real Madrid.
Experiente em eventos de grande porte, a polícia espanhola não facilitou ao realizar revistas detalhadas, até nas carteiras e bolsos de quem chegava para o jogo.
Faixas com dizeres provocativos foram rasgadas.
E quem foi fichado como baderneiro, que, de alguma forma, se envolveu naquele episódio lamentável, nas proximidades do Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, sequer saiu do aeroporto.
Teve de dar meia volta e retornar para a Argentina.
Dentro de campo, com a bola em jogo, houve um início equilibrado, com grandes oportunidades de gol para ambos os lados.
Quem abriu o placar foi o Boca, com ele: Darío Benedetto, aos 44 minutos, num golaço de fora da área, após o tão habitual drible seco, que o deixou cara a cara com o goleiro do River.
O gol de empate veio somente no segundo tempo, aos 22 minutos, com Lucas Pratto, num belo chute de primeira.
Com a igualdade estabelecida, a decisão da Libertadores foi à prorrogação.
Logo a 1 minuto, Wilmar Barrios, que já havia levado o cartão amarelo no período regulamentar, toma o segundo, após falta, e é expulso, para o desespero de Guillermo Schelotto.
Para piorar ainda mais a situação xeneize, Fernando Gago ficou impossibilitado de continuar em campo e, por isso, terminou a partida com 9 jogadores somente.
Os gols que garantiram o Tetracampeonato ao River, aconteceram apenas na segunda etapa.
O segundo gol, marcado pelo colombiano Quintero, foi aos 109 minutos.
O terceiro e último, foi aos 120, com Gonzalo Martínez, com o gol vazio, uma vez que o goleiro Andrada, do Boca, foi à frente, ajudar seus companheiros de ataque.
Sensacional!
Era tudo o que precisava acontecer na Argentina: um jogaço de futebol.
Viva o River, Tetracampeão da Libertadores!
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Colaborou: Assis Eustáquio da Silva.

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