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O placar de 2 a 2 descreveu bem o que ocorreu durante os 90 minutos de bola em jogo.
O Galo, que não participou da Libertadores do ano passado, foi a campo com uma coragem, uma determinação considerável. Não baixou pro time uruguaio em momento algum.
Na verdade, por algumas vezes, a impressão que dava era a de que o Galo jogava no Independência, tamanha a tranquilidade que demonstrava.
O Pastor Ricardo Oliveira foi o grande destaque da noite, com os dois gols para a equipe mineira.
Ele só não fez três, porque desperdiçou uma chance clara, no início da etapa final.
Victor realizou uma importante defesa, à queima-roupa, o que ajudou a garantir o empate.
O Danúbio, apesar de não ser um primor técnico, é um time esforçado, dedicado, que joga o suficiente para incomodar.
Para o jogo da volta, daqui uma semana, Levir Culpi terá de ajustar a defesa atleticana, caso não queira viver fortes emoções no Independência, em Belo Horizonte.
Futebol uruguaio merece respeito.
Não há nada ganho ainda.
Mas, o Galo está com, pelo menos, um bico à frente.
Basta aproveitar a chance que tem nas mãos.

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