![]() |
| A Bola |
Os elencos são acima da média, com jogadores que podem, sem pestanejar, fazer parte de uma Seleção mundial de futebol.
Os primeiros 45 minutos foram equilibrados, com oportunidades criadas de lado a lado, com a genialidade de Messi de um lado e a ousadia de Salah do outro, sem Roberto Firmino, que entrou somente no final da partida.
O gol de Luiz Suárez, aos 26 minutos, foi encarado com normalidade, algo natural em um duelo de tamanha grandeza.
O segundo tempo foi ainda mais equilibrado, com o Barcelona apostando nos contra-ataques com toques rápidos e objetivos e o Liverpool tentando furar, a todo custo, o paredão Blaugrana formado por Piqué e Lenglet.
Quando Messi fez 2 a 0, após o rebote de um chute no travessão, dado por Suárez, o Liverpool mostrou, pela primeira vez, que sentiu o baque.
A partir daí, o Barça passou a ser muito mais incisivo no ataque, o que preocupou Jürgen Klopp.
O terceiro gol, num golaço de falta cobrado por Messi, que mandou no ângulo da meta defendida por Alisson, foi - além do gol de número 600 do camisa 10 - a pá de cal nas esperanças inglesas para esse jogo.
Dentro da proposta que foi apresentada por Liverpool e Barcelona, ouso dizer que o placar final foi elástico demais, tendo em vista a semelhança técnica e tática das duas escolas.
O grande porém, no entanto, é a genialidade à parte. Quando ela entra em campo, não há como estabelecer critérios de justiça.

Nenhum comentário:
Postar um comentário