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Com um time quase reserva, por estar com a atenção voltada às Quartas-de-Final da Copa do Brasil, o alviverde foi envolvido pelo Tricolor durante toda a primeira etapa.
O gol são-paulino foi marcado aos 10', em jogada iniciada por Hudson, que lançou Hernanes e viu Pablo livre, para marcar: 1 a 0.
Hernanes, que chegou à marca dos 600 jogos na carreira e Pablo, que retornou às atividades depois de uma cirurgia.
Nos últimos 45', o Palmeiras tratou de dar as cartas e, logo a 1' viu Tiago Volpi defender uma finalização de Deyverson à queima-roupa.
O São Paulo, àquela altura, ainda apostava na vitória, que acabaria com o jejum de não ganhar clássicos na atual temporada e daria fim à invencibilidade do Palmeiras, que não perde há 33 jogos.
Mas, a equipe são-paulina recuou, deu campo ao Palmeiras, que, ainda que com um time reserva, não tinha o porquê facilitar as coisas.
O castigo aconteceu aos 71', num chute de Dudu, que bateu na trave, na nuca de Tiago Volpi e entrou: 1 a 1.
Com um placar que garantia a liderança do Brasileiro, 11 pontos à frente do rival, e o pensamento voltado para o confronto com o Internacional, no Gigante da Beira-Rio, o Palmeiras controlou as ações do jogo e administrou a posse de bola.
O São Paulo, sem Pablo e Hernanes, com uma garotada em campo, não conseguiu se impor diante da zaga alviverde e nem teve aquele toque de qualidade e criatividade no meio de campo.
A única boa nova, foi a estreia de Raniel, que jogava no Cruzeiro, e teve duas boas participações em jogadas trabalhadas pelo ataque.
No mais, tudo continua como antes: o Palmeiras líder, o São Paulo sem vencer clássicos e com a constatação que não há como jogar sem a presença de um 9 de ofício.
Pablo saiu, mas apenas por precaução.
A chegada de Raniel é animadora, apesar de ainda desentrosada, pelo pouco tempo de São Paulo.
Ufa!
Há esperança, enfim!

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