sábado, 13 de julho de 2019

São Paulo perde a chance de vencer o Palmeiras

Globoesporte.com
A 10a. rodada do Campeonato Brasileiro teve início logo com um clássico: o Choque-Rei, entre São Paulo e Palmeiras, no Morumbi.

Com um time quase reserva, por estar com a atenção voltada às Quartas-de-Final da Copa do Brasil, o alviverde foi envolvido pelo Tricolor durante toda a primeira etapa.

O gol são-paulino foi marcado aos 10', em jogada iniciada por Hudson, que lançou Hernanes e viu Pablo livre, para marcar: 1 a 0.

Hernanes, que chegou à marca dos 600 jogos na carreira e Pablo, que retornou às atividades depois de uma cirurgia.

Nos últimos 45', o Palmeiras tratou de dar as cartas e, logo a 1' viu Tiago Volpi defender uma finalização de Deyverson à queima-roupa.

O São Paulo, àquela altura, ainda apostava na vitória, que acabaria com o jejum de não ganhar clássicos na atual temporada e daria fim à invencibilidade do Palmeiras, que não perde há 33 jogos.

Mas, a equipe são-paulina recuou, deu campo ao Palmeiras, que, ainda que com um time reserva, não tinha o porquê facilitar as coisas.

O castigo aconteceu aos 71', num chute de Dudu, que bateu na trave, na nuca de Tiago Volpi e entrou: 1 a 1.

Com um placar que garantia a liderança do Brasileiro, 11 pontos à frente do rival, e o pensamento voltado para o confronto com o Internacional, no Gigante da Beira-Rio, o Palmeiras controlou as ações do jogo e administrou a posse de bola.

O São Paulo, sem Pablo e Hernanes, com uma garotada em campo, não conseguiu se impor diante da zaga alviverde e nem teve aquele toque de qualidade e criatividade no meio de campo.

A única boa nova, foi a estreia de Raniel, que jogava no Cruzeiro, e teve duas boas participações em jogadas trabalhadas pelo ataque.

No mais, tudo continua como antes: o Palmeiras líder, o São Paulo sem vencer clássicos e com a constatação que não há como jogar sem a presença de um 9 de ofício.

Pablo saiu, mas apenas por precaução.

A chegada de Raniel é animadora, apesar de ainda desentrosada, pelo pouco tempo de São Paulo.

Ufa!

Há esperança, enfim!

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