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Venceu por 2 a 0, no período regulamentar, com uma esplendorosa atuação nos primeiros 45 minutos, quando foi soberano.
Já na etapa final, o Tricolor Gaúcho foi heroico ao parar o Furacão, que estava na busca do terceiro gol.
A situação gremista ficou ainda mais complicada após a expulsão de Kannemann, aos 15 minutos.
E a decisão foi para os pênaltis.
Pepê, do Grêmio, viu Santos defender a cobrança e classificar o Rubronegro Paranaense à final contra o Internacional, que enfrentou o Cruzeiro no Gigante da Beira Rio, em Porto Alegre.
O clube celeste precisava vencer por diferença de dois gols para se classificar, mas perdeu por 3 a 0, num jogo em que a equipe mineira não ousou, não jogou e viu Paolo Guerrero liquidar a fatura e Edenílson fazer um golaço de cobertura.
Foi estranho, muito esquisito mesmo!
Durante o tempo em que ficou com a posse de bola, o Cruzeiro tocou a bola lateralmente, recuou para Fábio, ao invés de buscar o gol.
Quem via a tranquilidade com que tudo era feito, parecia que o Cruzeiro estava no Mineirão e com a vantagem no placar.
Méritos do Inter, que soube explorar a fragilidade celeste e fazer a festa dos pouco mais de 40 mil torcedores, que tiveram duas boas razões para comemorar: a eliminação do Grêmio e a vaga assegurada na final da Copa do Brasil.

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