Hoje o dia foi de convocação para a Seleção Brasileira, que se prepara para a Copa do Mundo de 2022, no Qatar.
As partidas em questão serão diante da Bolívia, na Arena Corinthians, e contra o Peru, em Lima, nos dias 9 e 13 de outubro, pelas Eliminatórias Sul-americanas.
A lista de Tite é composta por 23 nomes, dentre os quais 5 atuam em solo pátrio e os demais, pelo mundo, distribuídos pela Europa.
Confesso que sou um romântico convicto, um sujeito que sonha em ver uma Seleção com mais jogadores que defendem clubes do Brasil, como aconteceu, por exemplo, nas Copas de 1958, na Suécia, e 1962, no Chile, em que fomos bicampeões, com, basicamente, atletas do Santos, de Pelé, e do Botafogo, de Mané Garrincha.
O chamado mundo globalizado talvez seja o grande vilão, que não permite estarmos unidos e focados num só quadrado, mas espalhados, distantes uns dos outros, em culturas e idiomas diferentes, que vão além de um simples regionalismo.
Nossa missão é a de vencer obstáculos e olhar para o hoje, sem se preocupar com o que já passou ou está por vir.
Sonhar é preciso e salutar para vivermos uma nova realidade, com os pés no chão, de maneira a resgatar nossa essência e quem de fato somos: brasileiros, amantes do bom futebol.

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