sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Pelé 80


Ser o "Número 1" em algo como o futebol, esporte mais praticado e acompanhado no Brasil, e pelo mundo, não é uma tarefa das mais fáceis.

Somente um gênio da raça, um sujeito abençoado por Deus, com técnica, bom porte físico e inteligência para alcançar tal Majestade.


Pelé nasceu Édson Arantes do Nascimento, no dia 23 de outubro de 1940, na cidade de Três Corações, em Minas Gerais, e encantou a todos, com suas travessuras dentro de campo, com atrevidos 16 anos de idade.

Ele fez da camisa do Santos a sua segunda pele e da Seleção Brasileira, o manto que o exaltava e trazia reverência.

Pelé é a maior e insuperável lenda viva, um Rei das estatísticas que todos buscam alcançar e, quando as vencem, fazem grande festa.


Todos fazem comparações, tentam, imaginam: Será Messi, Cristiano Ronaldo um novo Pelé?

E Maradona?

Garrincha?

Ronaldo, o fenômeno, que iniciou a carreira com a mesma idade dele, será comparável ao Rei?

E Neymar, que vestiu a 10 do Santos e da Seleção, assim como o grande ídolo?

São perguntas realizadas a todo instante, desde os anos 70, quando Pelé conquistou o Tricampeonato da Copa do Mundo, no México, de modo irretocável, histórico, para se consagrar e eternizar.


Queria que Armando Nogueira ainda estivesse vivo, para, em um poema, de modo ressoante e apaixonante, descrevesse os encantos e as perfeições deste persobagem-homem-lenda.

Ou que Nelson Rodrigues pudesse usar da sua habitual sutileza extravagante, para nos mostrar como era a vida e por em evidência todos os mistérios da Realeza.

Pelé é Rei.

Pelé é gênio!

E nem 80 anos são capazes de mostrar sua importância, seu significado, seu exemplo.

Vida longa ao Rei!

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