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| Jorge Silva/REUTERS |
Falo assim, mas destaco também os 'ingleses-belgas', casos de Romelu Lukaku, Eden Hazard e Kevin De Bruyne.
A Bélgica, como era de se esperar, teve um pouco de dificuldade, mas soube se impor diante do valente Panamá e golear por 3 a 0.
Lukaku, do Manchester United, fez dois gols. O primeiro, com assistência de De Bruyne, do Manchester City; o segundo, com a colaboração de Hazard, do Chelsea.
Quanto ao legítimo e verdadeiro English Team, foi uma agradável surpresa.
Sabe aquele futebol engessado, sem criatividade, somente com bolas alçadas na área, na busca de um gol salvador?
Então... Não existe mais!
Desde o primeiro momento, a Inglaterra partiu com tudo pra cima, com tabelas, jogadas ensaiadas, sem perder tempo na busca de um gol.
O mais incrédulo pode dizer: Ah, mas foi contra a Tunísia!
Que seja!
O que se discute aqui é o estilo de jogo, não o adversário.
É uma nova identidade, novo modo de jogar e se mostrar.
Dias antes do jogo de estreia, o camisa 9 inglês, Harry Kane, do Tottenham, disse que desejava estrear ao estilo Cristiano Ronaldo, que fez três gols diante da Espanha.
Ele não fez três, mas dois.
E os dois gols da vitória, por 2 a 1.
O suficiente para garantir 3 pontos importantíssimos para a Seleção inglesa, que conquistou uma única Copa - a de 1966 - em toda a história.
Coisa que Brasil, Alemanha, Argentina e Espanha - que, juntas, somam 12 taças - não conseguiram.

A Bélgica foi uma das poucas seleções"favorista" a não passar desconfiança na estréia do mundial.... Já a Inglaterra, joguinho duro de assistir...Harry Kane único nome a se reverenciar..
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