![]() |
| David W Cerny/Reuters |
Sei que foi apenas um amistoso preparatório para a Copa América, que será realizada em solo tupiniquim no meio do ano, assim como aconteceu em relação ao empate em 1 a 1 com o Panamá, em Portugal, no sábado. Mas, convenhamos, é muito pouco futebol para uma Seleção Brasileira com indiscutível história no cenário mundial.
Sempre que o Brasil vai a campo, o que se espera é um bom futebol, com garra, disposição e vontade de fazer uma boa exibição nas quatro linhas, mas, em suma, não é isso o que acontece e vemos mensalmente, durante as datas Fifa.
Outro dia, ouvi um amigo pedir calma, pois, em 2001, durante a Copa América, a Seleção Brasileira, à época comandada por Felipão, foi eliminada por Honduras e, um ano depois, conquistou a Copa do Mundo, no Japão e Coréia do Sul, de forma irretocável, com vitórias convincentes e belas atuações.
Não sou vidente para saber se isso acontecerá novamente ou não, mas, a pergunta que não quer calar é a seguinte: Por que sempre na base do sofrimento, com desgaste respostas atravessadas nas coletivas? Será que não há meio, condição para estabelecer um planejamento, algo que permita a Seleção mostrar sua real força, sem se expor a vexames, jogos e situações desnecessárias?
Na Copa América, espero que todas as falhas que ficaram em evidência sejam reparadas, de modo que possamos apreciar um futebol atirado no abismo pela cartolagem, onde o espetáculo que prevalece é o do lucro nos cofres das entidades e de empresários com abertura e influência no mercado europeu.

Nenhum comentário:
Postar um comentário