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| O Informativo do Vale |
Foram, ao todo, 4 vitórias, 1 empate e 2 derrotas.
As vitórias foram conquistadas fora de casa, pelo Flamengo, Palmeiras, Internacional e Cruzeiro.
Dentre elas, a mais difícil - se é que podemos fazer esse tipo de comparativo - foi a do Rubronegro da Gávea, pelo fato de ter vencido, não apenas o San José, mas também os 4 mil metros de altitude, que, creio, seja o mais difícil.
Outra surpresa, foi o bom resultado do Cruzeiro, que fez 1 a 0 no Huracán, em Buenos Aires. A "surpresa", para que fique claro, é pela dificuldade que existe de jogar em solo argentino.
Eu, sinceramente, não acreditava na conquista dos três pontos, mas, sim, em um empate, que seria o mais normal.
O Palmeiras, na Colômbia, bater o Júnior Barranquilla, por 2 a 0, por exemplo, é algo que não causa espanto em ninguém, até pelo recente histórico de jogos entre os dois times, com uma superioridade mais que declarada ao time alviverde.
Não vi o jogo, mas, foi animador saber do 1 a 0 do Internacional, frente ao Palestino, no Chile. É bom ver o Colorado, depois de encarar a série B do Brasileiro em 2017, ficar entre os líderes do Brasileiro do ano passado, iniciar a Libertadores com o pé direito.
O arquirrival, Grêmio, ficou no empate de 1 a 1 com o Rosário Central, numa partida em que começou em desvantagem no placar e mostrou poder de reação, em meio ao caldeirão argentino.
Quanto às derrotas, do Atlético Mineiro, no Mineirão, para o Cerro Porteño, do Paraguai, e do xará paranaense, agora com "th", para o Tolima, da Colômbia, não podem e nem precisam ser vistas como algo preocupante, do outro mundo.
São resultados que, ao longo da fase de grupos, podem ser revertidos.
É verdade que a vida do Athetico Paranaense aparentemente é mais difícil que a do Galo, por estar no mesmo grupo do Boca Júniors, da Argentina.
Porém, há um detalhe importante: o Boca, na fase de grupos, não costuma ir muito bem.
Vai que o Furacão o "atropele".
Tudo é possível no futebol!

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