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Em 10 jogos disputados foram marcados 33 gols - sem a existência de empates e placares de 0 a 0 -, o que resultou numa média de 3,3 gols por partida.
Artilheiros temos quatro: Zé Rafael (Palmeiras), Everaldo (Chapecoense), Ricardo Bueno (Ceará) e Bruno Henrique (Flamengo), todos com 2 gols.
Dos 10 clubes que jogaram em casa, apenas Grêmio e Fluminense perderam.
Goleadas, foram três: Ceará x CSA e Palmeiras x Fortaleza terminaram em 4 a 0; Athletico Paranaense e Vasco, 4 a 1.
Dentre os clubes que vieram da Série B, apenas o Goiás ganhou.
O VAR foi um capítulo a parte, com acertos, erros e lambanças, algo natural para um início de temporada, mas que precisa ser revisto ao longo da competição, ainda mais no que tange ao tempo em que o lance é avaliado. A qualidade do jogo perde em muito por isso.
Falar em favoritos ao título agora é mais que precipitado, afinal, o Brasileiro será interrompido no dia 13 de junho, na 9a. rodada, para a realização da Copa América em solo tupiniquim, e retornará apenas no dia 13 de julho, portanto, a tendência é que haja mudanças em muitas das equipes, nesta janela que será aberta.
A última rodada será disputada no dia 7 de dezembro.
Até lá, muita água vai rolar debaixo da ponte, com rivalidades, discussões, altos e baixos e emoções das mais diversas, num futebol que nos dá esperanças, mas com uma certa cautela.
Que a bola possa rolar mansa no tapete verde, para o delírio de uma Nação que ama o bom futebol, mas não o vê há tempos, pela péssima gestão a que é submetido.

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