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Quando, no entanto, esse favoritismo não é vizualizado a olho nu, durante os jogos, há um choque
inicial, que resulta naquela famosa sensação de frustração e na cobrança por uma resposta convincente para o fato em si.
É evidente que cada campeonato tem sua história e relevância e, por isso, exige uma preparação diferenciada, mas, no final, o que interessa de fato é a conquista da taça.
Muitos questionam e põem em xeque os dirigentes do futebol brasileiro por não terem a mesma paciência e visão a longo prazo dos europeus que, tradicionalmente, investem em seus técnicos por longas e históricas temporadas.
Mano Menezes, do Cruzeiro, e Renato Gaúcho, do Grêmio, já estão praticamente no terceiro ano de contrato, cada. Realizaram um excelente trabalho até então, mas, no momento, parecem encarar uma crise sem um motivo aparente.
Crises existem para todos e só podem ser vencidas a partir do momento em que for construído um planejamento e realizado o reparo naquilo que não está certo.
Há casos em que essa ação nos bastidores, junto ao elenco e diretoria, provoca uma melhora imediata, ou tardia. Cada caso é um caso. O importante é alguém ter a iniciativa.

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