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| The New York Times |
E foi uma conquista espetacular, ponto a ponto (98 a 97) com o Liverpool, de Jürgen Klopp, que foi um gigante, um adversário respeitoso e honrado do início ao fim.
Nas últimas 14 rodadas, se o Liverpool ganhava um jogo, o City também. Não houve tropeços. Houve, sim, uma constância, uma regularidade sem igual, foco, olhar de campeão para azuis e vermelhos.
Ao contrário do que estamos habituados a ver em duelos latinos, a rivalidade não esteve em meio à torcida, jogadores e técnicos. É claro, houve cantos provocativos nas arquibancadas, mas nada que causasse algum constrangimento às equipes e comissões técnicas, que se relacionam muito bem!
Foi fantástico, épico, grandioso como a situação exigia e foi apresentada ao mundo.
Não há como não se render ao trabalho realizado pelo City, de Pep Guardiola, assim como não há o como desqualificar o feito do Liverpool. Foi genial, digno de aplausos, honrarias.
O futebol inglês, como um todo, colhe os merecidos frutos ao final da temporada. Na Premier League, o equilíbrio entre Liverpool e City; na Champions League, a final entre Liverpool e Tottenham; na Europa League, os finalistas são Chelsea e Arsenal.
Na briga pela artilharia, o destaque foi a consolidação africana: Albameyang (Gabão), do Arsenal, Salah (Egito) e Mané (Senegal), do Liverpool, fizeram 22 gols cada.
Festa linda e merecida de um clube que, até pouco tempo, era apontado como o "primo pobre" de Manchester e que, 11 anos depois do insuperável United, de Alex Fergunson, escreve uma página histórica, como Bicampeão da Premier League!
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