Páginas do Blog

mailto:´persiotoquedeclasse@gmail.comhttp://twitter.com.br/PresottoPersio

Slide

segunda-feira, 3 de junho de 2019

O futebol que foi de Pelé e hoje não é de ninguém!

Wikipédia
"Bola na trave não altera o placar. Bola na área sem ninguém pra cabecear. Bola na rede pra fazer o gol. Quem não sonhou em ser um jogador de futebol?"

Quem, um dia, não sonhou ser esse jogador de futebol, tão decisivo e importante aos olhos de Samuel Rosa, do Skank, e que, indiscutivelmente, vive na mente e coração do amante do bom futebol?

Hoje, ao assistirmos um jogo na tevê ou nas redes sociais, não nos empolgamos mais em dizer "que emocionante é uma partida de futebol", quando equipes brasileiras se enfrentam.

A qualidade técnica, tática, o drible, a visão de jogo, precisão no passe e na finalização deixaram de ser importantes. Hoje, o grande segredo para vencer é "fechar a casinha" e reter a bola o máximo de tempo possível, sem a preocupação de ser objetivo ou demonstrar alguma criatividade nas quatro linhas.

Nossos ídolos são midiáticos, não necessariamente bons exemplos, que, devido à disparidade econômica que existe comparado ao futebol europeu, chinês ou árabe, ninguém cria raiz, identidade por aqui.

Os empresários e dirigentes de clubes vendem rapidamente suas minas de ouro, para faturarem milhões, sem demonstrar qualquer tipo de preocupação com o período de adaptação do atleta, com a cultura, a língua e hábitos totalmente diferentes.

Muitos vão, por isso, iludidos, com o pensamento apenas no grandioso pé de meia que será feito ao longo de temporadas, muitas vezes infrutíferas dentro de campo, mas compensadores para a caixa forte.

Quando já em final de carreira, e uma condição financeira de dar inveja em um país de assalariados, esses atletas retornam ao solo pátrio, para "ajudar" o clube do coração a ser campeão brasileiro, da Libertadores, mas sem aquela pegada de 10 anos atrás.

Há dificuldade para se readaptar aos treinamentos intensos seguidos por jogos de competições diversas, resultado de um calendário ultrapassado, que precisa ser revisado, mas não é por comodismo da cartolagem Nacional.

Na Europa, há interesse, vontade de evoluir e crescer cada dia mais. Aqui, no entanto, esses sentimentos estão adormecidos e correm o risco de sofrer um coma irreversível. Algo que seria terrível para uma Nação que já foi de Pelé e hoje não é de ninguém.

Nenhum comentário:

Postar um comentário


Arquivo do Toque de classe


CAMPEONATO BRASILEIRO

CAMPEONATO INGLÊS

CAMPEONATO ESPANHOL

NBA