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Sundhage foi técnica das seleções dos Estados Unidos e da Suécia.
Com o time norte-americano faturou o bicampeonato olímpico em 2008 (Pequim) e 2012 (Londres) e vice-campeã do Mundo, em 2011, na Alemanha, quando empatou no tempo normal em 2 a 2 com o Japão e perdeu nos pênaltis, por 3 a 1.
Pela seleção sueca, Sundhage conquistou a medalha de prata na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, na qual eliminou os EUA, o Brasil, mas perdeu na final para o time alemão.
O desafio da técnica sueca em um país que não possui grande tradição e investimento, será enorme.
Mais que qualquer expectativa em torno do trabalho e potencial dela, o que se espera é que a CBF colabore e permita as inovações que ela tem para apresentar e executar, com as jogadoras e nos bastidores.
E mais do que tudo, que ela tenha tempo, e sem intromissão de terceiros, para trabalhar ao longo das competições que o futebol brasileiro participar.
Só assim poderemos ter um mínimo de esperança de evoluir.
Que Pia Sundhage tenha sorte e seja bem-vinda!

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