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Mas a equipe comandada pelo técnico português, Jorge Jesus, não se caracteriza por um estilo de jogo acomodado, que joga pelo resultado e espera pelo adversário.
Trata-se, verdadeiramente, de um time ofensivo, focado em atacar e fazer gols, com atuações convincentes da equipe como um todo, mas, com destaque ao trio formado por De Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol.
O Rubronegro da Gávea, hoje, não parecia estar no Rio Grande do Sul, mas no Rio de Janeiro, tamanho foi o domínio durante grande parte do primeiro tempo, em que Gabigol perdeu duas oportunidades claras e o Colorado chegou uma única vez com perigo, aos 41 minutos.
Na segunda etapa, Rodrigo Lindoso colocou o Inter na frente, aos 62', naquilo que parecia ser um castigo ao estilo do quem não faz toma e é eliminado.
O Flamengo, no entanto, não se abalou ou fugiu de seus ideais e seguiu firme rumo à conquista da vaga para a semifinal da Libertadores, para duelar com o Grêmio.
Aos 85', Gabigol teve nova oportunidade, em jogada iniciada por Arrascaeta, que Bruno Henrique o deixou na cara de Marcelo Lomba, livre para fazer o gol de empate, o da classificação carioca.
E ele marcou, sem pestanejar, o gol que tanto fez por merecer ao longo dos 90 minutos.
O 'sonho' de um Gre-Nal na Libertadores já não mais existe.
Resta uma esperança ainda na Copa do Brasil.
Basta, agora, saber se o Cruzeiro, de Rogério Ceni, permitirá tal encontro.

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