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O primeiro tempo foi muito truncado, com o Palmeiras, de Mano Menezes, à frente, na busca do gol, enquanto o clube alvinegro ficou todo atrás, no aguardo de uma falha para investir no contra-ataque.
No segundo tempo, o Palmeiras continuou superior. Ora chegava à área adversária no toque de bola, ora na base da ligação direta.
Gustavo Scarpa, Zé Rafael e Borja - que entrou no decorrer da partida - foram os destaques da equipe palestrina, que vibrava com o apoio da torcida, que fazia uma linda festa com as lanternas dos celulares todas acesas.
A festa, no entanto, foi interrompida, aos 72', com um pênalti assinalado pelo VAR, num lance em que Manoel tocou a bola com o braço, dentro da área.
Gustavo Scarpa se apresentou para a cobrança e viu o goleiro Walter defender e silenciar o Pacaembu.
Dada a insistência alviverde e a luta alvinegra, o placar de 0 a 0 era extremamente injusto.
Gol, que é bom, só nos acréscimos.
Michel, num daqueles lances inexplicáveis, dignos do sobrenatural de Almeida, do célebre Nélson Rodrigues, fez 1 a 0 para o time de Itaquera, aos 91 minutos.
O empate do Palmeiras não demorou a vir, aos 93', com o capitão Bruno Henrique numa jogada estranha, bem confusa, na pequena área.
Com tudo o que houve nos mais de 100 minutos de jogo, fica difícil estabelecer um parâmetro para justiça, se é que houve algum.
Mas, de uma coisa não tenho dúvidas: foi um agradável confronto a ser prestigiado num sábado à tarde, ainda que por torcida única.
Outra: com o empate de 1 a 1, o Palmeiras segue 7 pontos atrás do líder Flamengo (74 a 67).
Amanhã, tem Flamengo e Bahia no Maracanã.

Jogo de um time só principalmente no segundo tempo. Mas como você disse,em um lance inexplicável, Michel acertou um chute que a bola morreu no fundo rede.
ResponderExcluirComo não amar o futebol?