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O tempo, e o próprio São Paulo, mostrou uma realidade totalmente diferente da que eu imaginava, para a sorte e o sucesso do então capitão Tricolor.
O destino foi o Fortaleza, o Tricolor do Pici, onde Rogério foi campeão Brasileiro da Série B (2018), Cearense e da Copa do Nordeste (2019).
Na primeira temporada do Fortaleza na Série A, Rogério, mesmo com um intervalo de 8 jogos à frente do Cruzeiro, realizou uma impecável campanha, que permitiu ao clube cearense um 9o. lugar na tabela, que rendeu à inédita classificação à Copa Sul-Americana e à permanência na elite do futebol nacional.
Ao final do Brasileiro muito foi especulado. O Athletico Paranaense manifestou interesse, mas Rogério Ceni preferiu continuar naquele que o acolheu sem dúvidas e o aceitou de volta, quando vascilou ao ir para o Cruzeiro.
Seu contrato foi renovado, com a exigência de que o Centro de Excelência do clube seja concluído
Para tanto, além de deixar sua assinatura no papel timbrado e oficial do Fortaleza, Rogério doou R$100 mil, de um total de R$400 mil que serão necessários, com o apoio do torcedor.
A cada ano, campanha e trabalho que realiza, Rogério Ceni deixa claro que não foi um simples jogador, alguém que compunha elenco simplesmente, nos times de Telê Santana e Muricy Ramalho.
Dá para ver e notar, com nitidez, que foi, também, um aprendiz exemplar, ao ponto de mostrar que a essência do futebol vai além de tática e técnica, que é preciso humanidade e envolvimento.
Coisas estas que são para poucos!

O Rogério Ceni está bem franca franca ascensão na carreira de técnico, começou no sempre conturbado tricolor paulista que é uma máquina de moer técnicos. Depois foi para o Fortaleza se tornar o maior técnico que esse clube fez passar.
ResponderExcluirAbraços!