![]() |
| O Globo |
Davos, para quem não sabe, é uma comuna da Suíça (a menor subdivisão administrativa do território), com uma população estimada de mais ou menos 11 mil habitantes, em sua maioria de estrangeiros, que adotam o alemão como idioma oficial.
Considerado um prestigiado centro de desporto de inverno, Davos já testemunhou, ao longo das 50 edições do FEM, vários fatos da nossa história, dentre eles, a queda do Muro de Berlim até a ascensão da globalização econômica e as mudanças climáticas descontroladas.
Líderes mundiais, como Donald Trump (EUA) e Angela Merkel (Alemanha) estão confirmados ao evento criado pelo engenheiro e economista alemão Klaus Schwab, em 1971.
O Brasil, ao contrário dos outros países participantes, será o único que não contará com um representante ligado diretamente às questões do meio ambiente.
O presidente Jair Bolsonaro não viajou para Davos, mas escalou o ministro da Economia, Paulo Guedes, que terá a missão de vender a imagem de um Brasil próspero, com base na redução do déficit fiscal e no avanço das reformas estruturais.
As conclusões e consequências deste Fórum Econômico Mundial, você vai conferir neste Toque de classe, que se acostumou, e hoje sente falta, da implacável cobertura realizada pelo magnífico Clóvis Rossi.
As conclusões e consequências deste Fórum Econômico Mundial, você vai conferir neste Toque de classe, que se acostumou, e hoje sente falta, da implacável cobertura realizada pelo magnífico Clóvis Rossi.

O Brasil vai tentar apagar a má imagem que deixou perante ao mundo. Será que vai conseguir? Dúvido!
ResponderExcluirAbraços