Era uma terça-feira, dia 11 de setembro de 2001. Eu ainda morava em São Paulo, com meus pais, que naquele dia viajaram cedo, se não me falha a memória, para Campinas.
Estava sozinho em casa. Levantei por volta das 8h e fui para o quarto dos meus pais, já vago, para assistir televisão.
Quando liguei na Rede Globo e vi o Carlos Nascimento em um plantão, falando sobre uma tragédia nos Estados Unidos, fiquei espantado e curioso para entender o que se passava.
Apenas uma das torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, nos Estados Unidos, tinha sido atingida até então, por um avião bomba. A segunda foi acertada em cheio, por outro avião, ao vivo, durante a transmissão do boletim, para o espanto geral.
Osama bin Laden assumiu a responsabilidade do ato terrorista, que ainda teve um ataque ao Pentágono.
O então presidente dos EUA, George Walker Bush, iniciou uma caçada desenfreada para matar bin Laden e, assim, vingar a morte de milhares que trabalhavam nas torres gêmeas e em seus arredores.
Milhões de dólares foram gastos com a compra de armas e equipamentos militares, a fim de combater e dar fim ao terrorismo.
Osama bin Laden foi morto, a mando de Barack Obama, presidente mais inclinado às necessidades do povo, com um slogan bem otimista: yes, we can (sim, nós podemos).
Muito foi dito, escrito a respeito daquele 11 de setembro que entrou para a história e ganhou as telas dos cinemas com imagens verídicas e que causaram grande impacto no grande público.
Embora o atentado tenha acontecido há 19 anos e o seu idealizador já esteja morto, as lembranças permanecem bem vivas, como cicatriz em uma geração que abomina o terror e clama a cada dia por paz!

O mundo precisa de muita paz!
ResponderExcluirAbraços!