Muitos clubes do futebol nacional, que estão em divisões inferiores, sonham com o reconhecimento e a oportunidade de permanecer, por longos e duradouros anos, na badalada elite.
Sacrifícios são feitos, desafios dos mais diversos são vencidos, até a chamada chegada ao topo.
Mas, a pergunta que não quer calar é a seguinte: Uma vez entre os grandes, como se manter entre eles?
Dos clubes que vieram da Série B, em 2019, para a Série A de 2020, todos se encontram entre os rebaixáveis, após oito rodadas disputadas. São eles: Goiás, Atlético Goianiense, Bragantino e Coritiba.
Os mais otimistas sonham com um aumento na receita, devido à venda de camisas, em cotas estipuladas pela tevê, assim como outras formas de lucro em razão de uma maior visibilidade da marca, do clube e do investidor.
O grande problema é que um aumento de 10% na renda de um Corinthians ou um Flamengo é totalmente desigual comparado, por exemplo, a um Bragantino ou Atlético Goianiense.
Corinthians e Flamengo são marcas nacionais e, por isso, têm um alcance muitíssimo superior a Bragantino e Atlético Goianiense, que, quando muito, são acompanhados regionalmente apenas.
Logo, a cotação pode ser a mesma, mas o rendimento total alcançado é infinitamente diferente e desproporcional.
Essas dificuldades financeiras, quando somadas às arbitrariedades da nossa cartilagem, que comandam o futebol como grandes ditadores, impedem o crescimento e a evolução de muitos, que vivem numa eterna gangorra, para desespero do torcedor, que é quem mais sofre por isso.

Os times que não são do centro do futebol tem um desafio 10 x maior que um time que os times mais badalados.
ResponderExcluirAbraços
Tudo isso somado a pandemia é como tirar leite de pedra...
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