PERSIO PRESOTTO
Depois de um dia inteiro, em pura reflexão, ouso escrever as primeiras linhas sobre as minhas impressões dos oito grupos que disputarão a Copa do Mundo, na Rússia, ano que vem.
De início, fiquei chocado pela inexistência do tão badalado "grupo da morte". Pensei: E agora, sobre o que escreverei?
Acompanhei os noticiários, li vários comentários. E o meu espanto só aumentou ao ver que o atacante alemão Thomas Müller, ao falar dos adversários de sua seleção, colocou o México na América do Sul.
Fiquei um tanto animado com a declaração do técnico Tite, que, há pouco mais de seis meses da Copa ainda não dá como definitiva a lista dos jogadores que vão à Rússia e, assim, dá esperança a nomes importantes, como Hernanes, Jô e quem mais estiver em destaque até a decisiva convocação.
No que diz respeito à fase de grupos, vejo uma mínima chance de equilíbrio no Grupo C: França, Austrália, Peru e Dinamarca e no Grupo F: Alemanha, México, Suécia e Coréia do Sul.
Mas, bem mínima, mesmo!
Emoção, de fato, teremos a partir das Oitavas, quando teremos a oportunidade de assistir duelos entre França e Argentina; Brasil e Suécia; Portugal e Uruguai.
Ao contrário do que ouvi nestes dias, não creio em um encontro entre Brasil e Alemanha já nas Oitavas. Caso ocorra, será na final. Não há como, para mim, nenhum dos dois serem segundos em seus respectivos grupos!
Nas Quartas, a atração ficará para Alemanha e Inglaterra e Espanha e França. Dois jogaços!
A minha Semifinal será de perder o sono: França e Brasil; Portugal e Alemanha.
Portugal, aliás, tem tudo para ser a grande surpresa da Copa. E Cristiano Ronaldo, que realiza uma temporada implacável, poderá atingir o ápice de sua carreira.
Enfim, a Copa na Rússia começará fria, como o inverno, sem grandes emoções. Mas poderá pegar fogo na fase final, com grandes clássicos e nomes borbulhando!

Discordo! Qd o assunto é Copa do Mundo é e sempre será quente em todas as fases..
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