quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Negócio$ FC


Nestes primeiros dias de 2018 o mercado da bola não tem parado quieto.

Philippe Coutinho deixou o Liverpool, da Inglaterra, para vestir a camisa do Barcelona, da Espanha, na transação internacional que mais atraiu os holofotes.

No território brasileiro, o São Paulo é um dos que mais tem aparecido. Após as significativas perdas de Hernanes, que retornou à China, e Lucas Pratto, vendido ao River Plate, da Argentina, trouxe o meia Diego Souza e o zagueiro Anderson Martins, do Vasco; dispensou qualquer possibilidade de negociação com Robinho e flerta com Paulo Henrique Ganso, Gustavo Scarpa e o atacante Aloisio, o Boi bandido.

O Santos, que negociou Ricardo Oliveira, com o Atlético-MG, e Lucas Lima com o Palmeiras, trouxe o bom técnico do Botafogo, Jair Ventura, sonda Gabigol e tem esperança de contar com Robinho.

Já o Corinthians, que perdeu o lateral Guilherme Arana para o Sevilla, da Espanha, e vendeu o atacante Jô ao futebol japonês, acertou com Júnior Dutra, do Avaí, com o zagueiro Henrique, do Fluminense, e está bem próximo de anunciar Henrique Dourado, também do Tricolor das Laranjeiras.

Quanto ao arquirrival Palmeiras, além de Lucas Lima, acertou com o técnico Roger Machado, com os laterais Marcos Rocha, do Galo, e Diogo Barbosa, do Cruzeiro; vendeu Yerri Mina para o Barcelona, da Espanha, e emprestou Roger Guedes para o alvinegro mineiro.

Outro que trocou de técnico, foi o Flamengo. Após uma longa e desnecessária novela, o colombiano Reinaldo Rueda anunciou que vai comandar a Seleção do Chile. Para o seu lugar, o Rubronegro da Gávea trouxe Paulo César Carpeggiani, que, mais à frente, poderá ser aproveitado na Diretoria de Futebol.

No Cruzeiro, quem chegou foi o atacante Fred, que, até pouco tempo, vestia a camisa do rival.

Enfim, as negociações, neste início de temporada, não param.

Vendas, empréstimos, especulações são mais que naturais neste tipo de janela.

Mas, mais importante que o abrir de cofres ou retenção de negociações é a renovação das equipes que, no último ano, desempenharam um futebol medíocre, muito aquém do que é aceitável, com base histórica, casos de São Paulo, Flamengo e Palmeiras.

Que aproveitem o momento e o futebol brasileiro renasça!

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