domingo, 22 de abril de 2018

A difícil hora de dizer adeus!


Para quem ama o que faz e não consegue se ver longe desse grande amor, o momento de dizer adeus, na despedida, é algo que chega a ser até cruel, tamanha a dificuldade.

Neste sábado, na Espanha, o Maestro Andrés Iniesta, regeu a grande orquestra do Barcelona, com Suárez e Messi, diante do Sevilla, pela final da Copa do Rei.

O quarto gol - um golaço -, foi do Maestro, após tabela com o generoso e inquestionável camisa 10 argentino.

O placar de 5 a 0 foi algo discreto, sem muita relevância, comparado ao que o Maestro fazia em campo na sua despedida.

O desfecho não tinha como ser outro: recebeu a taça e a ergueu, para a euforia dos torcedores do clube catalão, que ainda não informou qual será seu destino.

Seja na China ou em outro lugar, Iniesta possui um contrato vitalício com o Barcelona.

E independente de qualquer papel, acredito ser desnecessário afirmar que Iniesta está para sempre na memória e história do Barcelona, assim como da Seleção da Espanha, com a qual foi campeão do mundo, na Copa de 2010, na África do Sul.

Júlio César é outro que fez história e se despediu, mas, ao contrário de Iniesta, ele já havia comunicado que ia abandonar os gramados.

Situação difícil de lidar, após uma belíssima atuação contra o América-MG, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, com mais de 50 mil torcedores gritando o nome dele.

Nessa hora, até quem já esteve em uma Copa do Mundo não resiste e se entrega às lágrimas.

O goleiro Rubronegro, assim como Iniesta, escreve uma página vitoriosa no futebol mundial e merece os nossos saudosos aplausos.

Para agradecer, ele deu quase que uma volta olímpica, para saudar a cada um.

👏👏👏👏

Nenhum comentário:

Postar um comentário