O clássico inglês, entre Liverpool e Manchester City, no Anfield Road, foi daquelas coisas absolutamente surpreendentes.
O único que parece não ter encarado desta forma foi o técnico dos Reds, o alemão Jürgen Klopp, que em 6 confrontos diretos com Pep Guardiola - incluindo o período de Bayern München e Borússia Dortmund -, venceu 5 e perdeu uma.
Klopp, que, às vésperas do grande clássico inglês, alegou que Guardiola sempre contou com elencos mais preparados tecnicamente.
Se esse era realmente o ponto em questão, Klopp, hoje, percebeu que pode contar com um único jogador para decidir um jogo, quiçá a vaga à semifinal da Champions League.
O nome dele? Mohamed Salah.
Bastaram 30 minutos para que o atacante egípcio contribuisse para os 3 a 0, ainda no primeiro tempo.
Nos últimos 45 minutos, sem Salah em campo, o Liverpool ficou mais recuado e não investiu tanto no ataque, uma vez que não contava mais com uma referência, um definidor nato.
O City, por sua vez, passou a controlar mais o jogo, a distribuir as jogadas com Kevin De Bruyne e David Silva, com o apoio de Fernandinho na marcação, que mais parecia um leão de chácara.
Gols não aconteceram mais.
Mas, dentre os jogos terminados com diferença de 3 gols, este é o único que deixo em aberto e acredito numa reviravolta.
A Juventus, no Santiago Bernabéu, golear o Real Madrid do insuperável Cristiano Ronaldo, é algo que beira o impossível.
O Roma fazer 4 a 0 no Barcelona de Iniesta, Messi e Suárez, chega a ser um absurdo, ainda que o duelo decisivo aconteça na capital italiana.
Por falar no Barça, do pouco que vi dos 4 a 1 de hoje, a sensação que ficou foi que há tanto respeito e "medo" de se encarar o time espanhol, que até dois gols contra aconteceram.
Quanto ao Bayern München, foi, digamos, a "grande decepção".
Ponho entre aspas, pois era o único que eu acreditava, e sem pestanejar, que ia massacrar o Sevilla, em território espanhol.
Talvez por respeito ou para comemorar o título do Campeonato Alemão em alto estilo, junto aos seus.
Mas, que não há dúvida que o Bayern é infinitamente superior ao Sevilla, não há, e ponto.

Qt ao Barça tudo normal. Agora, qt ao Liverpool... Surpreendente...
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