segunda-feira, 21 de maio de 2018

A rivalidade que vale a pena

Ouvi, certa vez, do jornalista Juca Kfouri, que para que o meu time seja grande é necessário ter quem o desafie, rivalize.

O Corinthians só é grande por existir o Palmeiras, o Santos e o São Paulo. Da mesma forma que o Flamengo tem a fama que tem, devido ao Fluminense, Botafogo e o Vasco.

Sou o tipo do cara que me empolgo, emociono com a possibilidade de qualquer clássico, seja no Brasil, Argentina, Espanha, Itália, Alemanha, Inglaterra ou até mesmo no Irã.

Sou são-paulino de coração e tenho simpatia por equipes como o Cruzeiro (BRA), Racing (ARG), Barcelona (ESP), Manchester City (ING), Juventus (ITA), Mônaco (FRA), Bayern München (ALE) e Persépolis (IRÃ).



Cada time tem uma particularidade.

O último, do Irã (antiga Pérsia), por razões emocionais: minha mãe me chamava assim quando pequeno e, ao descobrir que havia um time de mesmo nome, corri para contar pra ela. Achei o máximo!

Cada equipe citada aqui é grande, conquistou títulos importantes, sejam nacionais, continentais ou mundiais.

O Persépolis, apenas para esclarecer, é o atual primeiro colocado no Campeonato Iraniano, que está na 30a. rodada.

Nenhuma equipe é autosuficiente. É preciso referência, alguém que o inspire e faça ter garra para vencer!

Portanto, você que torce para um grande clube, veja o rival como alguém que o faz ir além do imaginado, não como um ser maléfico que surgiu para atrapalhar!

Os obstáculos existem para serem superados. É necessária atenção, no entanto, para entendê-los e agir no momento correto, sem precipitação ou se deixar levar pela emoção, ainda que tudo leve a isso, na maravilha que é uma partida de futebol!

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