Ainda em clima de Copa do Mundo, acompanhei o noticiário que informava sobre as convocações de outras seleções que estarão na Rússia daqui poucos dias.
Vi que, na Alemanha, atual campeã do mundo, o goleiro Manuel Neuer, do Bayern München, ainda contundido, aparece na lista de Joackim Löw, mas o do artilheiro Mário Götze, do Borússia Dortmund, autor do gol que garantiu o Tetracampeonato diante da Argentina, em solo brasileiro, não aparece.
A Seleção da Suécia também apresentou a relação dos 23 nomes e o de Zlatan Ibrahimovic não foi anotado.
Mas, além disso, outra coisa chamou minha atenção.
Li que a imprensa espanhola e italiana anunciam em seus principais periódicos a realização de um Mundial de Clubes, organizado pela Fifa, com o aval dos sete clubes mais ricos do mundo: Manchester City, Juventus, Manchester United, Real Madrid, PSG, Bayern München e Barcelona.
A ideia é a de reunir 24 equipes de 4 em 4 anos, em um país que não precisa ser o mesmo em que será realizada a Copa do Mundo e dará um ponto final à Copa das Confederações e ao modelo atual do mundial de clubes, disputado todo ano, no mês de dezembro, em meados da temporada europeia.
As 24 equipes serão divididas em oito grupos, com três participantes cada.
O campeão fará, no máximo, 5 dos 31 jogos, num período de duas semanas.
A distribuição dos participantes será a seguinte, conforme as respectivas confederações: 12 da UEFA, 4 da Conmebol, 2 das federações da Ásia, África e a Concacaf, além do campeão nacional do país que sediará a competição.
A previsão é que o novo mundial, que terá início em 2021, tenha uma receita de R$ 13,03 bilhões, valor superior ao que é arrecadado na Champions League.
O lucro adquirido, segundo o informado, será dividido entre os participantes e com alguns projetos de solidariedade.
Há quem diga que, este novo formato, que parece muito com o da Copa do Mundo, será mais difícil para um time brasileiro conquistar, devido ao grande número de representantes europeus.
Acredito que esta será uma oportunidade de ouro para vivenciamos uma mini-Champions League e o Brasil nela.
Essa dificuldade que muitos falam é muito mais por um desnível técnico do que pela quantidade de representantes em cada continente.
Acho uma boa idéia. O problema será adequar o calendário brasileiro a essa competição..
ResponderExcluir